Santa Vitória
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Como faço para não perder a fé?
Sem a Palavra de Deus, sem os Sacramentos, sem a Virgem Maria, sem a Igreja, sem Jesus: Caminho, Verdade e Vida, qualquer um de nós pode perder a fé e seu autor. É pela vida de oração pessoal, recheada pelas verdades acima de citadas, que não se perde o rumo.
Quando tudo parecer perdido, será um momento de fazer da fé uma experiência de escolha, não de sentimentos!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Ou santos ou nada!
Você já imaginou a dor no coração de Deus se encontrar seu lugar vazio? Cristo se humilhou, se fez homem e morreu numa cruz, para que você ocupasse o seu lugar no céu.
Por isso, ou santos ou nada! E ser santo não é uma coisa impossível, porque você é a imagem e semelhança de Deus, que é três vezes Santo. Para alcançarmos isso você e eu estamos recebendo uma graça maravilhosa: está sendo derramado sobre nós o Espírito Santo de Deus.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Será a nossa libertação!
Será a nossa libertação! Em primeiro lugar, o Senhor limpará a face da terra. Ele não suporta mais ver o mundo como está. E assim como Jesus entrou triunfante em Jerusalém, Ele também entrará triunfante neste mundo e estabelecerá aqui Seu Reino.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
terça-feira, 17 de maio de 2011
Rezando o Evangelho de hoje . .
Jesus passeava pelo templo, debaixo do pórtico de Salomão.
Rodearam-no, então, os judeus e começaram a perguntar-lhe: «Até quando nosdeixarás na incerteza? Se és o Messias, di-lo claramente.»
Jesusrespondeu-lhes: «Já vo-lo disse, mas não credes. As obras que Eu faço em nomede meu Pai, essas dão testemunho a meu favor; mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz: Eu conheço-as e elas seguem-me.
Dou-lhes a vida eterna, e nem elas hão-de perecer jamais, nem ninguém as arrancará da minha mão.
O que o meu Pai me deu vale mais que tudo e ninguém o pode arrancar da mão do Pai.
Eu e o Pai somos Um.»
Eu e o Pai somos Um.»
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Aprenda a viver com o necessário!
O que é, na verdade, a tão falada qualidade de vida? Não sejamos tolos; qualidade de vida implica investir naqueles que já foram classificados, os que têm boa saúde, boa aparência... Não pensemos que ela se destina aos pobres, aos velhinhos, às crianças carentes, desnutridas... É qualidade de vida para quem já passou no "controle de qualidade". O resto é resto. É sucata humana. Vai para o lixo.
Por essa razão precisamos nos adaptar desde já. Precisamos nos acostumar a viver unicamente do necessário.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Chega de trabalhar inutilmente!
Chegamos até a pensar que tudo está dando certo por nossa causa, por nosso trabalho, nossa capacidade, quando, na verdade, Deus é o construtor de tudo.
Se o Senhor não for o construtor de sua casa, seus construtores, seus pedreiros, seu mestre-de-obras, todos trabalharão em vão. Se o Senhor não guarda a cidade, se Ele não é o centro e não está em primeiro lugar... nada acontece!
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Considerai como crescem os lírios" de monsenhor Jonas Abib).
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Os conflitos e discussões conjugais Esses momentos poderão se tornar um campeonato de hostilidades
Os conflitos e as discussões em nossos relacionamentos são inevitáveis. Para confirmar esta verdade não se necessita ser nenhum “expert” no assunto. Já presenciamos esses momentos até entre pessoas que vivem uma relação de forte romantismo. Entretanto, a maneira como lidamos com essas situações é que poderá sinalizar as consequências e o futuro das passageiras desavenças dentro da vida conjugal.
Ninguém – tomado pelo calor de uma situação estressante – poderia, no auge de uma discussão, externar ao cônjuge palavras de estímulo, como por exemplo: “Você é uma pessoa com grandes qualidades, inteligente, sagaz, intrépida...” Pelo contrário, mesmo que a pessoa tenha todas essas qualidades, essas virtudes seriam afogadas no mar de palavras pejorativas em tais momentos.
Se não estivermos atentos, esses momentos conflituosos poderão se tornar um verdadeiro campeonato para ver quem consegue ser mais hostil àquele com quem se relaciona. Muitas vezes, tais discussões têm início com uma conversa aparentemente sem relevância, contudo, dentro do casamento, não é raro saber que muitas dessas controvérsias resultaram em atitudes abusivas em que a agressão física foi aplicada na tentativa de se estabelecer a razão.
Conhecendo as consequências da agressividade, é necessário lembrar e priorizar o respeito merecido pela pessoa com quem se convive, especialmente, quando se está tomado pelo estresse; pois as sequelas de uma discussão mal administrada poderão trazer profundas feridas para a continuidade de um sadio relacionamento entre o casal.
As dificuldades financeiras e os desafios enfrentados dentro da vida familiar são os temas mais atualizados nas conversas conjugais; entretanto, o casal pouco fala de si próprio. Sem perceber, mesmo nos momentos em que os dois estão a sós, o teor da conversa esbarra frequentemente nos problemas e raramente sobre a importância da presença do outro, de modo a propiciar o namoro por meio das palavras, das manifestações de carinho, como o abraço. Conversas propriamente relacionadas à vida do casal e que poderiam estimular o entrosamento conjugal são, muitas vezes, esquecidas. E devido a esse distanciamento, pouco a pouco os cônjuges começam a se tornar estranhos ou independentes dentro do relacionamento em que a vida comum e solidária é o fundamento dessa relação.
A disposição para a retomada do diálogo – tal como se vivia na época do namoro – pode evitar muitas futuras desavenças. Em outras ocasiões, ceder ao sacrifício, abrindo mão de nossas pequenas riquezas, poderá ser um ato de bravura no momento da discussão, mas acredito que o desejo de se moldar às exigências conjugais é a principal atitude para que se consiga minimizar os conflitos.
Seria uma grande utopia acreditar que, em nossos relacionamentos, não teríamos discussões e desavenças. Sabemos que o casamento não aconteceu apenas naquele dia em que decidimos viver juntos, diante do sacerdote, mas se atualiza a cada novo dia, tendo como bagagem as experiências de todos os outros dias transcorridos, que marcaram vitórias sobre as dificuldades na companhia do cônjuge