Santa Vitória

Santa Vitória

quinta-feira, 22 de julho de 2010

MISSA NÃO É SHOW!

O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por ‘estarem intimamente ligados à ação litúrgica’, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembléia nos momentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1157).

Não pretendo fazer aqui um tratado de liturgia, apenas darei algumas dicas sobre a postura do ministério de música em animações litúrgicas, especialmente nas Celebrações Eucarísticas.

Na Santa Missa, o presidente é o sacerdote; portanto, antes de toda e qualquer celebração, converse com o padre e exponha o que o ministério preparou em unidade com a equipe de liturgia.

Sei de toda a complexidade e até das diferentes interpretações sobre a liturgia que alguns padres dão; em todo o caso, vale a máxima: “Quem obedece não peca”. Portanto, consulte-o e obedeça-lhe.

Se você tiver conhecimento o bastante sobre o assunto e abertura com o sacerdote, poderá defender sua opinião; o diálogo nos faz crescer. Mas converse em outro momento, não poucos minutos antes do início da celebração.

Na Celebração Eucarística, a música deve contribuir para o engrandecimento e a profundidade dos momentos litúrgicos; por isso, cada canção precisa se encaixar com o momento certo e acompanhar os tempos litúrgicos.

Santa Missa não é show! Não chame a atenção do povo para si ou para seu grupo musical. Na Eucaristia, Jesus é o centro. Não desvie a atenção das pessoas com “caras e bocas” durante a interpretação de uma música, nem na execução de um solo instrumental. Tampouco converse durante a Celebração Eucarística, escolha antecipadamente as músicas e seus respectivos tons. Se houver extrema necessidade de algum diálogo, faça-o da forma mais discreta possível. Nada mais desagradável do que um ministério se entreolhando com ar desesperado, de: “Qual a próxima música?” ou “Qual o tom?”.

Não use, durante a Missa, roupas com cores fortes ou estampadas, a não ser que você seja convocado de surpresa e não tenha condições de se trocar. Também não use, de jeito nenhum, roupas sem mangas, decotadas, transparentes ou bermudas durante a Celebração Eucarística.

Escolha os cânticos de acordo com as leituras e o tempo litúrgico. Não se pode cantar os “hits”, a não ser que se encaixem com o tema da celebração.

Peça aos músicos que toquem de forma harmônica e com um volume que favoreça a oração. Já vi muitas vezes sacerdotes e ate bispos serem “martirizados” pelo alto volume dos instrumentos, inclusive da bateria, montados a menos de um metro de seus ouvidos, em palcos pequenos.

Não use a harmonia mais complicada que você sabe tocar. Nas celebrações, precisamos ajudar o povo a rezar as canções. Acordes muito dissonantes não são os mais indicados nessas ocasiões. Cuidado para não fazer das Missas uma “válvula de escape” para seu desejo de tocar no “Free Jazz Festival” ou no barzinho mais “out” de sua cidade.

Ensaie com os fiéis antes da Missa. Ensine-lhes os cânticos novos e motive-os a rezar com eles.

Algumas fórmulas da Santa Missa, como o “Cordeiro de Deus”, não podem ser modificadas. Estude liturgia! Em liturgia não dá para improvisar.

Não queira ser um ministro de música “garçom”, que apenas serve aos outros o banquete. Participe ativamente de cada momento da Celebração, sente-se à mesa. Você também é um “feliz convidado para a Ceia do Senhor”.

Se você é animador de música na liturgia, não multiplique as palavras. Não queira fazer uma homilia a cada música, nem queira roubar o papel do comentarista

O MAESTRO

Eu era músico lá no céu e vim para ensinar a música da paz aqui na terra.
O mundo ouviu minha primeira melodia na noite em que nasci: foi a canção da Boa Nova.

Durante a minha infância já sonhava com uma orquestra, pois tocava para sábios e doutores e eles ficavam admirados com o meu talento.
Fui crescendo até que formei a minha orquestra com doze músicos que antes eram pescadores, cobradores de impostos, carpinteiros, e eles aprenderam a tocar comigo, pois minhas canções são reveladas aos pequenos.

Com o tempo muitos começaram a me seguir e acompanhavam minhas regências. Com meus arranjos, multipliquei pães e peixes, acalmei tempestades, perdoei a mulher adúltera, ressuscitei Lázaro, realizei grandes milagres. Mas havia aqueles que censuravam minhas canções e eu já sabia do cálice que iria beber. Fui traído, preso, condenado, açoitado e pregado numa cruz de pé e com os braços abertos. Exatamente como fica um maestro diante de sua orquestra.

Após meu último suspiro vieram as trevas, ventos, relâmpagos e trovões. Muitos presenciaram o concerto do Calvário. Sepultaram-me e pensaram que era o fim, que não ouviriam mais meus concertos.
Mas eu sou a vida e a vida jamais pode morrer.
Eu sou o Pastor, o Mestre, o Maestro da Plenitude.

Foi assim que compus na manhã pascal a principal melodia do meu repertório: a canção da vida nova.

Eu sou o maestro.
vocês são os meus músicos.
Por isso, toquem, componham, apresentem suas canções. Eu lhes darei inspirações tão belas que vocês jamais desafinarão. E no dia em que meu Reino for concretizado, eu quero vê-los na orquestra sob minha regência, apresentando com toda sensibilidade o Concerto do Mundo Novo

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, faze ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: "Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz.

Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a Missão. Ensina nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao reino na diversidade dos mistérios e carismas.

Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade de nossos Bispos, Padres, Diáconos, Religiosos e Religiosas e Ministros leigos e leigas. Dá perseverança a todos os vocacionados. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja.

Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, chama-nos para o serviço de teu povo.

Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, Ajuda-nos a responder SIM. Amém!


ORAÇÃO PELO PÁROCO

Deus e Pai do Sumo e Eterno Sacerdote, Jesus Cristo, dai ao nosso Pároco um coração de verdadeiro Sacerdote, Profeta e Pastor.

Um coração de Sacerdote que, dia a dia, pelo Sacrifício da Missa, faça presente sobre o altar o Cristo, Vítima do Calvário, para trazer os tesouros da Salvação a toda a Comunidade Paroquial, à Igreja e aos homens do mundo inteiro; que, dia a dia, na Oração do Ofício Divino, reze por todas as ovelhas que estão dentro e fora do redil da Igreja. Reze pelo mundo todo; que, no Sacramento da Penitência, nos reconcilie convosco e com a Igreja; na Eucarístia nos dê o verdadeiro Pão do Céu; no Matrimônio abençoe os nossos lares; na Unção dos Enfermos confie os doentes aos cuidados do Vosso Filho, Sofredor e glorificado, afim de que os alivie e salve.

Um coração de Profeta que, na meditação e no estudo da Escritura Sagrada, sempre ouça Vossa Palavra, entenda Vossas Mensagens; que, pela vida e trabalho, dê testemunho do Evangelho e, por palavras, o anuncie com todo ardor; que a todos nós, nos transforme também em testemunhas e pregadores deste mesmo Evangelho.

Um coração de Pastor que, dando a vida por suas ovelhas, nos conheça e nos ame; nos guie e anime; nos conduza e reconduza.

Deus e Pai do Sumo e Eterno Sacerdote, fazei do nosso Pároco um verdadeiro Sacerdote, Profeta e Pastor. Amém!

domingo, 18 de julho de 2010

Não temos motivo para temer o inimigo: Satanás continua a tentar enfraquecer os filhos de Deus

Eu acho que todos devem saber o que os romanos faziam quando derrotavam um império ou um general. O vencedor entrava de forma triunfante em Roma. E em meio àquela entrada triunfal, o general era aplaudido, louvado. E o general derrotado era amarrado à carruagem do vencedor. E isso era o máximo de humilhação para quem que havia sido derrotado.

Se olharmos Colossenses 2,15, Paulo usa esse mesmo fato para .....
falar da derrota do inimigo de Deus. Já foi dito várias vezes que o demônio já foi derrotado. Não precisamos temer nada. É verdade que o maligno é como um leão que ruge à nossa volta, tentando achar uma brecha e nos devorar. Mas por que ele continua a entrar nesse campo de batalha uma vez que já foi derrotado? A intenção dele é diminuir a força do reinado de Jesus. Satanás continua a tentar enfraquecer aqueles filhos e filhas de Deus que fazem parte do Reino. E a experiência de muitos é esta: “Por que depois que comecei a seguir Jesus tenho mais tentações, me sinto mais oprimido que antes e tenho mais crises?”

Muitas pessoas, muitos cristãos, uma vez que tomam a decisão de seguir ao Senhor pensam que vão ter uma vida mais tranquila. Mas a verdade é o contrário, pois o demônio não tem interesse em atacar os que não são seguidores de Jesus Cristo. O interesse dele é colocar obstáculos na vida daqueles que decidiram seguir o Senhor. Tanto mais eu “subo a montanha”, tanto mais descubro que as dificuldades são grandes. Os cristãos são as pessoas mais atacadas. Até mesmo os santos o foram.

Não estranhe se, vocês que seguem a Jesus, começam a sentir mais problemas, mais ataques. Isso não é motivo de nos levar a uma crise. Não temos motivo para temer o inimigo, pois ele já foi derrotado. O demônio é que tem de ter medo de você, de mim. A razão é simples. Porque nós somos filhos e filhas de Deus, herdeiros do Reino. Ele tem muita raiva, porque aquilo que foi dado a ele uma vez, agora é dado para nós. Ele tem raiva, tem ódio por causa disso. Ele odeia a cada um de nós. Ela faz tudo para nos enganar, para que possamos voltar desencorajados, desanimados. Ele tenta nos enganar de várias maneiras.

Mas tem uma coisa, uma técnica que ele usa frequentemente para nos atacar. É o desânimo, o desencorajamento. Ele também usa essa "carta do baralho" com os santos. O desânimo não vem de Deus, sempre vem do inimigo, daquele que nos faz desistir de ir em frente.

Vamos olhar para padre Pio de Pietrelcina. Quando um analista do Vaticano disse que ele era um psicopata, este santo entrou numa crise tremenda. Ele olhou para os estigmas dele e se questionou se tudo era falso. Madre Teresa de Calcutá, no seu leito de morte, também viveu uma grande crise ao sentir o amor de Deus longe dela. O bispo teve de enviar um exorcista até ela e convencê-la de que aquele sentimento de não amor não vinha de Deus.
É muito normal que também nós vivamos esses momentos de crise. Seguir Jesus num momento de entusiasmo é fácil, mas continuar O seguindo nos momentos de sofrimento, isso sim é difícil. O inimigo de Deus virá tentá-lo quando você estiver se sentindo fraco, cheio de medos, com raiva, ansiedade, tristeza. É nosso papel lutar contra essas táticas que ele usa para nos desanimar. A tática que ele também usa é nos apresentar meias verdades, porque o demônio é um mentiroso, enganador, trapaceiro. Ele nos apresenta algo que parece muito bom, quando, na verdade, é muito ruim.

O maligno diz que por causa dos seus pecados, você não consegue fazer nenhuma tentativa para ser mais santo. Muitas vezes, nós pensamos que tentações são relacionadas ao sexo, ao sentimento de raiva, ódio. Essas são grandes tentações. Mas temos de estar atentos a uma grande tentação que é não fazer a vontade de Deus. Eu posso tentar vencer esse mal pelo poder que vem do Alto, do Espírito Santo. O inimigo faz de tudo para que eu saia do caminho da vontade do Senhor. Ele ousou tentar Jesus a desobedecer ao Pai, quando O levou ao alto do monte e mostrou-Lhe as cidades, dizendo que elas Lhe pertenciam. A tentação do inimigo a Jesus era muito atraente. O Pai dizia para Jesus ir para a cruz e o inimigo pedia para ele desobedecer ao Pai e ter aquelas cidades. Mas Cristo diz: “Afasta-te de mim, satanás. Eu adoro somente ao Pai”.
Irmãos e irmãs, será uma luta até o fim de nossa vida, mas se nós usarmos as armas não precisamos ter medo nenhum. A primeira arma é a Eucaristia. O inimigo treme diante da Eucaristia, porque ela é sinal de humildade, enquanto o maligno luta para ter poder. Uma outra arma forte contra o inimigo é o sacramento da confissão. Este sacramento é mais poderoso do que a própria oração do exorcismo.

O maligno tem medo da Santíssima Virgem Maria. Numa de minhas orações de exorcismo, quando eu falei o nome de Maria, uma mulher possuída disse, numa língua em latim, a qual ela não conhecia, por meio do inimigo: “Não mencione este nome!”. Ele disse que tem muito medo da humildade de Nossa Senhora. Temos de guardá-la como nossa Mãe.

Momentos de desânimo podem acontecer em nossas vidas. Quando isso acontecer se agarre a Maria. Não tenha medo do inimigo. Não desanimem com as ondas revoltas do mar, porque a vitória é nossa! Uma vez que Jesus derrotou o inimigo, com Jesus, nós também o derrotaremos.

Elias Vela

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O PODER DA ORAÇÃO

Deus dá àqueles que o amam todas as oportunidades,todas as possibilidades.Infelizmente,algumas pessoas não conseguem entender esse amor.Algumas pessoas preferem acreditar que as coisas boas só acontecem porque elas, são especiais.
Uma grande amiga recebeu de Deus a oportunidade de "sobreviver". Sobreviver as dores, ao medo e a incerteza.Para isso, ela compreendeu,"o poder da oração" em sua vida.Sempre foi católica.É de família católica e, sua fé, sempre muito transparente, sempre muito viva.Deus é sua fortaleza.Sempre foi mãe, esposa e avó dedicada. É capaz de qualquer ato por àqueles a quem ama.
Um dia, descobriu um cancêr no intestino e os médicos retiraram uma boa parte dele - não entro em detalhes por não ser a doença, intenção do texto.Foi através da oração - dela e de muitas outras pessoas - que ela conseguiu suportar tanta dor, tanto sofrimento.É claro, os médicos fizeram sua parte e, muito bem feita.
Há poucos dias, essa amiga e irmã tão maravilhosa,guerreira, heroína e cristã, descobriu um outro problema. No início, parecia tudo muito simples, mas as coisas foram se complicando e foi necessário uma cirurgia com urgência.Os exames indicavam um nódulo no pulmão. Ao fazerem a intervenção cirúrgica, descobriram quatro tumores no pulmão e, uma hepatite. Retiraram quarenta por cento do seu pulmão. Ela e o seu esposo fazem parte do ECC. Todos os irmãos do ECC, familiares, amigos e colegas de trabalho fizeram uma enorme corrente de oração.Os resultados de seus exames deram todos negativos. Hoje, agradecemos a Maria Santíssima que intercedeu ao seu filho Jesus Cristo por nossa irmã como. É maravilhoso ver como a fé cura e sara as feridas. Claro, é preciso cuidarmos dessa irmãzinha tão querida. É preciso entregá-la nas mãos do Senhor Jesus para que Ele continue curando AS suas feridas, mas, no momento, o que é mais necessário é continuarmos crendo no poder da oração que limpa a lepra com o sangue derramado por um Cristo crucificado.Foram dias, tardes e noites pedindo ao bom Pai que iluminasse a vida da nossa irmã. Ele nos deu a prova viva de que ouviu as preces daqueles que Lhe pediram com amor e muita fé. Por isso te agradecemos Senhor! Continua curando as feridas daqueles que Te amam. Daqueles que se fortalecem com a Tua Palavra. Daqueles que se confortam com a luz do Espírito Santo em suas vidas. Cura Senhor! Continua curando e sendo unção na vida da nossa irmã e de toda a sua família, assim também, sejas unção na vida daqueles que passam pelo mesmo problema e, infelizmente, são esquecidos pelo tempo, pelas pessoas. Não creem no "poder da oração". Cura Senhor! Sara todas as feridas e que a Tua mãe Maria, continue cobrindo essas pessoas com o Seu Manto Sagrado.
Amém!
Agradecemos a Ti Senhor, por ter colocado na vida dessa nossa irmã maravilhosa, médicos tão bons. Obrigado Senhor por ela,e, por todos que acreditam no "poder da oração".
Amém!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

LOUVOR DO DIA 08 DE JULHO DE 2010

Início do louvor sempre com muita alegria.
Oração inicial por nossa irmã Vitória (Preta de Fidélio).
Oração inicial.
Juntos oremos: Vinde Espírito Santo...
Vem, vem, vem, Espírito Santo. Transforma a minha vida, quero
renascer.
Um dos nossos cantores: Bob.
Olhei pra você e vi, você refletindo Jesus.
Só porque você veio é festa no céu, é festa aqui.
Nossa irmãzinha linda, Camilinha, filha dos nossos irmãos Chiélio e Maria José.
Ministério de Música Santa Vitória. Aclamação do Evangelho.
Liturgia: Edilma de Neri.
Reflexão acerca da Palavra: Joelson.
Partilha: Basto.
Partilha: Irmã Vera Lúcia.
Momento da partilha do Evangelho.
Nossas cantoras.
Vem louvar as minhas criancinhas.
Como um raio... POOWWW!
Me queima, me queima, me queima (bis).
Se acontecer um barulho perto de você, é um anjo chegando para receber...
Nossos cantores.
Oração final e bençãos finais sobre a família acolhedora: Neri e Edilma.
Acolhida da família com um cafezinho bem simples.

Na última quinta-feira, dia 08 do mês de julho de 2010, realizamos mais um louvor ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Dessa vez, em frente a residência dos nossos irmãos Neri e Edilma na rua Toinho Lopes, nº 435. Contamos com a participação do Ministério de Música Santa Vitória e, dos cantores e cantoras de Deus. Não são profissionais, mas para nós que fazemos os louvores, o que nos importa é ver a alegria de quem nos recebe. Somos leigos com sede de Jesus em nossas vidas. É por esse motivo que jamais desistimos do nosso propósito de grupo: Evangelizar sempre. Dar um pouco do nosso tempo Àquele que nos dá sempre o Seu tempo: Deus. A oração inicial foi proferida por nossa querida irmã Preta. A liturgia, por nossa irmã Edilma e, a reflexão, teve início com o nosso irmão Joelson. Dando segmento ao momento de partilha, ouvimos o nosso irmão Basto com toda a sua simplicidade e sabedoria diante os ensinamentos da Bíblia. Ainda no momento de partilha, ouvimos nossa querida Irmã Vera Lúcia que ressaltou o fato do amor ao próximo como doação e entrega. Como alegria e sofrimento. A leitura encontra-se em Romanos 13, 8 - 14.
Objetivo do louvor: Levar as pessoas ali presentes, independente de cor, raça, idade ou religião, a repensar os seus valores morais e cristãos. Será que realmente somos capazes de amarmos uns aos outros? Será que fazemos isso? Se fazemos, de que forma isso acontece, quando acontece e como acontece? Meu amor pelo outro é verdadeiro? Quem é o próximo à qual digo amar tanto? De verdade, aceito seus defeitos? Já imaginou que esse "próximo" pode ser Jesus? E aí? O mais incrível, é que ao lado do louvor havia uma mesa com alguns vizinhos bebendo. Nos versículos 13 e 14 da Carta aos Romanos, capítulo 13, diz: "Comportemo-nos honestamente, como de dia, não vivendo em orgias e bebedeiras, em concubinato e libertinagem, em brigas e ciúmes". Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não vos preocupeis em satisfazer os apetites da carne". Esses vizinhos - segundo soubemos no outro dia - pararam de beber para ouvir as palavras, o louvor e, pediram desculpas aos nossos irmãos acolhedores. Para nós, essa foi a maior prova de que Deus é Pai e quer que continuemos louvando pelas ruas de nossa cidade com simplicidade e humildade. Precisamos fazer com que as pessoas percebam que o amor de Deus, na presença do Seu Filho Jesus Cristo é o nosso suporte para todos os momentos. É a nossa base de sobrevivência diante de tanta coisa ruim que geralmente a mídia, nos mostra. A vida real nos mostra. Alegremente, agradecemos a todos que compareceram ao louvor e que Jesus, Maria e José os cubram de bençãos. Santa Vitória: Rogai por nós.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Aprendendo a não parar nos erros

A comunicação é a chave de todo relacionamento, mas dialogar com quem nos agrediu com palavras ou atos, muitas vezes, vai exigir de nós mais que um esforço. Podemos prevenir muitas situações desagradáveis quando nos abrimos às vias para a troca de ideias a fim de saber o que provocou feridas no outro.
Vários motivos podem levar alguém a entrar numa discussão, e recorrer a atitudes como evitar o contato ignorando a presença da pessoa com quem convivemos – como se diz popularmente: “dar o gelo” – não será a maneira mais adequada de se resolver um impasse.
Atitudes como essas em nada contribuem para solucionar um problema, ao contrário, elas abrem precedentes para que as sementes de uma separação silenciosa germinem entre as pessoas. E sabemos que desse afastamento, muitas outras coisas poderão minar o bom convívio.